UFP vence projetos no Concurso de Projetos IC&DT em todos os domínios científicos de 2022

Atualizado: 13 de set.



No Concurso de Projetos IC&DT em todos os domínios científicos de 2022 a UFP captou financiamento como entidade proponente de dois projetos de carácter exploratório


Projeto em medicina genómica de precisão anti-cancro.


Equipa de investigadores da Universidade e do Hospital Fernando Pessoa, envolvida num método inovador para combater o cancro. De acordo com os investigadores responsáveis pelo projeto, “as células do cancro serão marcadas com fragmentos do vírus da COVID-19, de forma que as defesas do organismo (sistema imune) destruam estas células por “pensarem” que estas estão infetadas com COVID.”Acrescentam ainda que, “o facto da maioria das pessoas estarem vacinadas, figura-se como vantajoso por assim se esperar uma resposta imunológica ainda mais eficaz”. O sistema usado para marcar as células tumorais, será uma nanopartícula de DNA que transporta partículas inativas do vírus SARS-CoV-2.


A Fundação Fernando Pessoa é a instituição de acolhimento (e única beneficiária) do projeto APTAMER e conta com a colaboração de docentes e investigadores do IPP e da spin-off iLoF, confirmando uma vez mais, o enorme potencial que a UFP dispõe de captação de financiamento.


A equipa da UFP inclui os professores Ruben Fernandes (coordenador na UFP), Daniela Martins-Mendes e Pedro Barata.


Projeto: "Automatizar o Mapeamento de Acessibilidades Urbanas com IA / Automating City Accessibility Mapping using AI" (ACAMAI)


Segundo o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, a Nova Agenda Urbana é um propulsor dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o ODS 11, tornando as cidades e os assentamentos humanos mais inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis, ao fornecer um enquadramento para orientar e monitorar a urbanização global. Usando técnicas avançadas de deep learning analisar-se-á o desempenho de informação de passeios e de cruzamentos na baixa do Porto da baixa do Porto. O projeto irá ainda usar e testar a ferramenta de etiquetagem de imagens do Project Sidewalk, adotando normas abertas para etiquetas de acessibilidade, permitindo a sua utilização em plataformas como o OpenStreetMap. Os resultados deste projeto serão um conjunto de dados anotados da baixa do Porto, e uma plataforma e um modelo para analisar e identificar características de acessibilidade em imagens Google Street View. Após treinar e calibrar o modelo, será usado em outros centros urbanos.


Este projeto será liderado pela professora Maria Alzira Dinis.